segunda-feira, 27 de junho de 2011

Copa América - Mascotes

Assim como é tradicional nas Copas do Mundo como mostrei aqui, a Copa América também tem seus mascotes, os simbolos do torneio. Tudo começou em 1987, na Argentina.1987Gardelito   
Gardelito. O mascote é homenagem ao cantor Carlos Gardel, um dos maiores ícones do país.







1989Tico-Brasil
Tico. O passarinho foi escolhido para recepcionar os adversários e tentar o título. A curiosidade foi a cor da camisa do mascote. Azul?








1991Guaso

Guaso. Os chilenos escolheram este desenho feito por rabiscos com as cores da bandeira do país.







Choclito - 1993 
Choclito. A espiga de milho equatoriana joga futebol, mas não foi suficiente para levar a equipe anfitriã ao troféu.







1995-ToritoTorito. A força do touro levou a Celeste ao décimo quarto título do torneio.







1997 Tatu

Tatu. Os bolivianos elegeram o Tatu como símbolo da competição.








1999 Taguá
Taguá. O chimarrão na mão do Taguá, uma espécie de javalí, não foi suficiente para os paraguaios levarem o caneco.








2001Ameriko 
Ameriko. O mascote do espaço parecia mais um desenho japonês e a força sobrenatural deve ter estimulado a seleção colombiana, campeã contra o México.





2004Chasqui

Chasqui.O nome vem dos Incas, o Chasqui era o mensageiro e tinha que ter bom preparo físico.







2007 Guaki

Guaki. A ave foi escolhida para simbolizar a Venezuela.








Suri 2011

Suri. É um ñandú, parente menor da ema e vive em regiões altas (3500 a 4500 metros de altitude).

domingo, 26 de junho de 2011

Quais clubes nunca foram rebaixados nos principais torneios nacionais?

Atualizado.

Com a queda do River Plate, apenas três clubes nunca foram rebaixados no futebol argentino. Boca, Independiente e Arsenal de Sarandí.

Saiba aqui quais os clubes que nunca foram rebaixados nos principais torneios nacionais.


América do Sul
button_ar
Argentina
Boca Juniors
Independiente
Arsenal de Sarandí (desde 2002)
button_br
Brasil
Cruzeiro
Flamengo
Internacional
Santos
São Paulo
button_cl
Chile
Colo-Colo
Cobreloa
Universidad Concepción (desde 2003)
button_co
Colômbia
Atlético Nacional
Boyacá Chico (desde 2004)
Independiente Santa Fé
Millonarios
button_py
Paraguai
Guarani
Olímpia
Cerro Porteño
button_uy
Uruguai
Peñarol
Nacional
 
Europa
button_de
Alemanha
Bayern de Munique
Bayer Leverkusen
Hamburgo
Hoffenheim (desde 2008)
Wolfsburg (desde 1997)
button_es
Espanha
Athletic Bilbao
Barcelona
Getafe (desde 2004)
Real Madrid
button_fr
França
Auxerre
PSG
button_nl
Holanda
Ajax
Feyenoord
PSV
Ultrecht
button_uken
Inglaterra
Arsenal
Aston Villa
Chelsea
Everton
Liverpool
Manchester United
Tottenham
Wigan Athletic (2005)
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Italia
Internazionale
Palermo (desde 2004)
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Portugal
Benfica
Porto
Sporting

domingo, 19 de junho de 2011

O retorno dos velhinhos

Eles já receberam duas Copas do Mundo e juntos completarão 15 finais de Libertadores
Quarta-feira chega ao fim mais uma edição da Copa Santander Libertadores, que foi buscar nas suas raízes os dois finalistas deste ano. Após 24 anos o Peñarol volta a disputar a decisão, e é agora o clube com mais finais disputadas, 10 no total. O Santos que em 1962 levou o título com Pelé e Cia aposta agora em Neymar, Elano e Ganso. Junto com eles, dois velhinhos meio esquecidos na TLA também reaparecem em uma decisão, o Centenário e o Pacaembu.
800px-EstadiocentenarioQuando o árbitro Carlos Amarilla apitou o início da partida na última quarta, o estádio que mais vezes recebeu uma final da Libertadores voltou a ação. Desde 1988, quando o Nacional derrotou o Newell’s Old Boys e foi campeão que o Centenário de Montevidéu não via uma disputa que vale título da TLA. O empate por 0 a 0 marcou a vigésima final no local, inaugurado em 1930.
Já o Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, inaugurado em 1940, foi palco pela última vez em 2002, quando o São Caetano recebeu o Olímpia do estadio-pacaembu (1)Paraguai e ficou com o vice. Antes disso, o estádio já tinha recebido outras três partidas, duas com o Palmeiras (1961 e 1968) e uma com o São Paulo (1974).
Neste próximo dia 22 de junho, o estádio municipal recebe sua quinta final. Pode, aliás, ser a última no local, já que o Palmeiras deve ter sua Arena Palestra em breve, o São Paulo possui o Morumbi, o Corinthians espera a construção do ‘Itaquerão’ e o Santos promete erguer um novo local. Vale lembrar, ou não, que nunca um time brasileiro ganhou o título quando jogou a final no Pacaembu.
Veja as finais de Libertadores no Pacaembu.
1961 Palmeiras 1x1 Peñarol
1968 Palmeiras 3x1 Estudiantes
1974 São Paulo 2x1 Independiente
2002 São Caetano 1x2 Olimpia
pacaembu1938
Construção do Pacaembu.

sábado, 18 de junho de 2011

DiCaprio é cogitado para ser vilão em novo filme de Tarantino

dicaprio2 Caso sejam confirmados os nomes especulados pela imprensa, o novo filme de Quentin Tarantino já pode ter um começo triunfante. Isso porque segundo o site Deadline Hollywood, o diretor estaria negociando com atores como Christoph Waltz – que ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante no filme de Tarantino ‘Bastardos Inglórios’, Samuel L. Jackson, Will Smith e Leonardo DiCaprio.

Texto completo no Guia Cultural Brasil

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Estreias da semana nos cinemas

arte-cinema1_320_228Dois filmes prometem agitar os cinemas nacionais neste fim de semana. Um por ser mais uma obra do consagrado diretor Woody Allen e outro por se tratar da história de uma das bandas mais carismáticas do país. Além disso, quem gosta de futebol e torce pelo Corinthians, pode acompanhar a estreia do novo filme do clube.

Texto para o portal GCB, leia mais aqui

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Meia-Noite em Paris - Crítica

Critica escrita originalmente para o Guia Cultural Brasil

Todos nós em algum momento da vida já tivemos o pensamento de que nascemos na época errada não é mesmo? Ou então a ilusão de que as pessoas que levam uma vida diferente da nossa é melhor. Este é o tema do novo e apaixonado filme do escritor e diretor americano Woody Allen, “Meia-Noite em Paris”.

E nada mais apaixonado e romântico do que começar a “viagem” com cenas da Cidade Luz nas mais diversas ocasiões, temperaturas e estações. Paris é linda de qualquer modo, de noite ou de dia, com sol ou chuva. Mas melhor ainda ao som de ‘Let’s do It’, de Cole Porter.

Em meio a este clima o roteirista americano Gil (Owen Wilson) viaja com sua noiva Inez (Rachel McAdams) e os sogros a Paris. Gil já não quer escrever roteiros para Hollywood e opta pela literatura, decide tentar levar a vida como escritor. Nenhum lugar poderia ser mais inspirador, não é mesmo? Inspirador a ponto de mudar-se para lá, mesmo que contrariando a vontade da futura esposa.

Após o jantar com amigos de sua noiva e com um pouco de álcool no sangue, Gil resolve caminhar pelas charmosas e iluminadas ruas da cidade, em busca de inspiração. Obviamente ele se perde. O que acontece, entretanto está mais para fantasia. Algo impensado incide quando o relógio marca meia-noite.

Impossível contar mais desta divertida história dirigida pelo aclamado Woody Allen sem revelar ‘spoilers’ que podem tirar a graça do filme. Dá para dizer que existe um paralelo com a fantasia de “A Rosa Púrpura do Cairo”, de 1985. O encanto do filme se revela em personagens que não podem mais ser encontrados nos dias de hoje, apenas em livros e obras.

Allen brinca com o passado e o presente, escritores e artistas pra lá de conhecidos e reconhecidos. Enfim, após desagradar parte do público e crítica com “Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos”, ele se revela mais esperançoso com o amor.

Uma das atrações é a presença de Carla Bruni, primeira-dama francesa, mas ela participa pouco o suficiente para qualquer tipo de análise. Ao contrário do ator Owen Wilson (‘Os Excêntricos Tenenbaums’), que interpreta brilhantemente o protagonista Gil. Destaque também para a bela Marion Cotillard (‘Piaf – Um Hino ao Amor’) e tantos outros como Rachel McAdams, Adrien Brody, a vencedora do Oscar Kathy Bates, Michael Sheen e Kurt Fuller. A estreia está prevista para sexta-feira, dia 17 de junho.
Trailer


quinta-feira, 2 de junho de 2011

‘Estamos Juntos’ - Crítica

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Texto feito originalmente para o portal GCB.
Cinema nacional é violência, sexo, comédia, espírita e alguém trapaceando todo mundo, certo? Na maioria das vezes pode-se dizer que sim. Por isso, quando aparece alguém com uma ideia diferente é preciso levar em consideração a obra e no mínimo tentar entendê-la.
“Estamos Juntos” não possui nada do famoso clichê nacional, que é bem verdade tentar fugir desses rótulos nos últimos anos. O tom do filme está mais para crítica da vida em uma grande cidade como São Paulo, onde há muitos conhecidos e poucos amigos. O mundo do antagônico, em que “as estrelas caíram sobre nossas cabeças”, parafraseando um dos personagens do longa.
No papel da talentosa médica Carmem, Leandra Leal (“O Homem que Copiava”) é a atração principal no filme. A atriz mostra versatilidade e interpreta a felicidade misturada com sua oculta solidão.
Sua vida gira em torno da residência que faz num grande hospital público no centro da cidade. Ela não tem tempo para se sensibilizar com nada que não diga respeito à sua realidade imediata, com poucas e frágeis amizades. As pessoas que fazem parte da sua vida são seus colegas de trabalho e seu amigo o DJ Murilo (Cauã Reymond, de “Divã”).
Carmem vê seu mundo cheio de planos no trabalho virar do avesso quando descobre uma grave doença, daí em diante a tensão em torno de sua rotina começa e ao mesmo tempo ela se distancia de seu amigo por conta de um caso amoroso com o músico argentino Juan (Nazareno Casero, de “Buenos Aires Vice Versa”). Em meio a tudo isso, Carmem divide sua intimidade com um misterioso homem (Lee Taylor).
Embora Leandra Leal se destaque, podemos notar a boa participação de Cauã Reymond no papel do gay Murilo, com gestos e falas convincentes. Infelizmente não se pode dizer o mesmo do argentino Nazareno Casero, que por vezes parecia esquecer a fala ou até mesmo ler em cena, tamanha diferença entre as interpretações. Como Carmem consegue lidar com essas inúmeras relações e poucas amizades reais, um trabalho voluntário de prevenção e saúde numa comunidade dos Sem-Teto é o segredo a ser revelado na obra.
Com direção de Toni Venturi, o longa que tem capacidade de mostrar o outro lado do cinema nacional, reforçar a competência de Leandra Leal e revelar a fuga do célebre ‘mais do mesmo’.
O filme estreia hoje.